títulos esdrúxulos

Quinta é dia de reunião de pauta. Uma que surgiu hoje foi uma matéria sobre a tradução dos títulos dos filmes pra português… quem faz? tem um órgão ou comissão responsável? Iremos atrás disso… e enquanto isso vim aqui pedir a ajuda de vocês pra fazer a lista dos filmes que tiveram traduções esdrúxulas pro português… coloquem nos comentários o que vocês forem lembrando, tenho que certeza que vamos nos divertir com isso!

O Marcelo (redator do Zoom e tb diretor do Vitrine) falou da tradução de “Psyco” pra português em Portugal ficou “O filho que era mãe” tipo… entregaram o filme hahahaha, péssimo!

Vamos lá, dê sua contribuição : )

Ah… mas é pra títulos em português do Brasil mesmo, ok?

beijo beijo

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13 Respostas to “títulos esdrúxulos”

  1. Wellington Copes Says:

    Nossa. Eu li “O filho da mãe”, caramba entregaram mesmo o filme. Sacanagem. Achei um tópico no orkut que fala sobre isso. Aqui estão alguns títulos em português:
    Ordinary People
    Brasil:Gente como a gente

    THE SOUND OF MUSIC
    Brasil: A noviça rebelde

    The Good The Bad & the Ugly
    Brasil: Três homens em conflito

    e agora dois bônus, em português tupiniquim e lusitano, em homenagem a nossos colonizadores (ora pois).

    Vertigo

    Port:A Mulher que Viveu Duas Vezes (acho que eles fazem isso pra sacanear)
    Br:Um corpo que cai

    Ben-Hur
    Brasil:Ben-Hur
    Portugal:O charreteiro infernal.(Com essa eu tive um treco hahaahahaha)

    • Well, sabe que o “The Good, the Bad and the Ugly”, dependendo (não sei do que exatamente) também pode ser encontrado com a tradução ao pé da letra, “O Bom, o mau e o feio”? Por sinal… ótimo filme esse né? Adoro a abertura dele com a apresentação dos personagens.

  2. Marcio Tarantino Says:

    Existe alguns titulos q eles traduzem q ficam ótimos…Mas tbm tem cada um q fica uma Merda!!!

    ADORO O ZOOM

    • Oi Marcio! Eu tb adoro o Zoom!! haha
      Mas com relação ao seu comentário, claro… tem os que ficam ótimos, mas os divertidos e curiosos são os que não ficam né?? 😀

  3. Eduardo Lucena Says:

    Os “gênios” por trás dos títulos nacionais no Brasil são as distribuidoras dos filmes no Brasil. Minhas lembranças de títulos inadequados:
    * Garotos de Programa (My Own Private Idaho), exemplo de sensacionalismo comercial, um título agressivo que trai a singeleza e beleza do filme);
    * Quando Duas Mulheres Pecam, título de Persona nos cinemas brasileiros (mesmo caso sensacionalista para chamar a atenção);
    * Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire), por que não mantivarem o título original da peça, Um Bonde Chamado Desejo, mania de complicar?
    * Amnésia (Memento). O personagem explica durante todo o filme que ele não tem amnésia.
    * Traídos pelo Desejo (The Crying Game) tem que dar uma dica do segredo no título
    * Morra Smoochy, Morra! (Smoochy)

    * Muitas vezes, as distribuidoras buscam um título que acreditam ser mais atraente ou chamativo comercialmente, ou mesmo, tentam eternizar sua criatividade, c, por exemplo, Os Brutos Também Amam (no original, Giant), Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall) ou A Primeira Noite de um Homem (The Graduate).

    Por essas e outras que o grande Stanley Kubrick tinha controle sobre todo o material gráfico de seus filmes, incluindo os títulos e sua tradução, padronizando a arte e conceito de cada um.

    Meu nome é Eduardo e sou um grande fã do programa. Vc está muito bem, parabéns. Sou redator de conteúdo da 2001 Vídeo, rede de locadoras paulistana e, se precisar de qualquer coisa, mesmo uma pesquisa rápida, vc tem toda a liberdade para me contatar por e-mail.

    E o Ano da França no Brasil? Já preparam algo? Em maio, faremos um especial Nouvelle Vague na 2001.

    Um grande abraço e (ainda mais) sucesso,

    Eduardo Lucena

    • Oi Eduardo!

      As distribuidoras traduzem os títulos, mas o diretores têm algum poder sobre essas decisões?? Ou só o Kubrick mesmo que era espertão pra colocar isso na cláusula dos contratos?
      Quanto ao ano da França no Brasil, passamos algumas idéias pro consulado francês, estamos estudando possibilidades…
      Vou repassar seu contato pra produção do Zoom, acho que pode ser útil quando eles precisarem fazer levantamento de filmes e outras informações!!
      muuuito obrigada!!

  4. Thali Says:

    Agora não me vem nenhum na cabeça.
    esses t´pitulos é mais para atrair a massa msm.
    Maioria das pessoas vai ao cine pelo título ou atores do que pelo enredo.
    Isso é péssimo.

    • Thali, não acho condenável fazer um título pensando em atrair público, afinal o objetivo é que as pessoas assistam os filmes, não?? O problema é quando o título causa o efeito contrário ou deixa o filme parecendo menos interessante, ou ainda pior… entrega qual é a história!

  5. Wellington Copes Says:

    Aha. Agora eu descobri quem são os culpados. Alguns filmes do Kubrick tiveram o título alterado, mas se o homem tinha controle de tudo, então não há o que temer.

    Nascido para matar (Full metal jacket)

    Doutor Fantástico (Dr. Strangelove)

  6. Luiza Says:

    flavitaaa, eu tb acho o “ó” essas traduções toscas! mas sugiro uma pauta tb (olha o tipo desta metida)… vcs podiam buscar nos alfárrabios televisivos o que diabos significa “versão marshmallow” e quem afinal foi “herbert richards” hahahaha

  7. Nossa, também detesto a maioria das “traduções”. Exceto poucas excessões, acho que um desrespeito (além de prepotência) recriar o título de uma obra, sob o pretexto de vender mais ou de “se fazer compreender” pelo público. Ora, essa preocupação primeira é do autor!

  8. Adelino Alves Says:

    Luiza me permita te responder.. Pq Hebert richards foi pioneiro em dublagem no Brasil.. antes dele era td na base da legenda ate os filmes transmitido pela tv,infelizmente ele faleceu alguns meses atras.. 😦

    Agora realmente ”versão marshmallow” .. essa boa . !! o que sera isso. ?

    thao.

  9. Um ano atrasado, venho aqui dar minha contribuição. Esse assunto é o máximo. Não há a menor diferença entre Brasil e Portugal no que diz respeito à estultície generalizada. Os títulos de filmes, então, um pior que o outro, o difícil é achar algum que preste.
    Mas eu sempre me lembro de um em especial: O Homem que Burlou a Máfia. O título original é Charley Varrick, o nome do protagonista. É a história de um ladrão de segunda que rouba um banco numa cidadezinha do interior dos EUA; quando vai ver, tem mais dinheiro que um banco de Wall Street. Ele dá o azar de roubar o banco de depósito da Máfia justo no dia em que o dinheiro está lá. E aí, claro, a perseguição que move toda a narrativa e que, no caso brasileiro, perde o suspense por conta do título.
    O ator principal é Walter Matthau, e a direção é de Don Siegel, o mestre de Sam Peckinpah e Clint Eastwood.
    Belo blog o de vocês.
    Lena, Ana e Eneida, beijão. Acho que não conheço mais ninguém na equipe, mas aí na TV todos são o máximo.
    Edu

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