Títulos Esdrúxulos – 1a entrevista

Há um tempo eu tinha falado aqui no blog sobre a pauta dos títulos esdrúxulos, hoje fomos fazer a primeira entrevista na Paris Filmes, uma distribuidora. Falamos com a Renata que é gerente de marketing de lá, muito simpática, tinha até estudado a pauta, veio cheia de assuntos, curiosidades e tudo mais, ótimo!

Claro, que como gerente de marketing ela defendeu as traduções e quando eu cutucava falando de algumas traduções infelizes, ela dava respostas muito diplomáticas. A Renata contou algumas histórias curiosas sobre como surgiram alguns nomes, é claro que eu não vou adiantar aqui… vcs verão na matéria, que ainda não tem data pra ir ao ar.

A idéia agora é pegar alguém contra, pra dar uma contrabalanceada e enriquecer o debate!

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4 Respostas to “Títulos Esdrúxulos – 1a entrevista”

  1. Well Copes Says:

    Essa matéria é uma pela qual eu mataria para não perde-lá.

  2. Eu consegui lembrar de tantos, que se fosse escrevê-los aqui, levaria o dia inteiro. Os diretores deveriam ser consultados sobre a tradução dos títulos dos filmes.
    > Shane: em port. Os Brutos Também Amam
    > Mulholland Drive: em port. Cidade dos Sonhos (esse parece até aquelas piadas sobre os títulos dos filmes em Portugal)
    > Inland Empire: em port. Império dos Sonhos (acho que agora, todos os filmes do Lynch deverão ter a palavra Sonhos na tradução do título. Deve ser com a intenção de “facilitar a compreensão” dos filmes)
    > Le Divorce: em port. À Francesa
    > A Fost Sau N-a Fost?: em port. A Leste de Bucareste
    > Life With Mikey: em port. Um Talento Muito Especial

  3. Bom, realmente me da nojo vê algo que eu sou apaixonado ser ridicularizado como são os filmes depois de suas devidas traduções.
    É difícil achar um titulo que não seja clichê. É sonho disso, esperança daquilo, amável fulano, um dia daquilo outro e etc.
    Acredito que o pessoal do marketing só piora a burrice do país, com certeza tem em mente que o povo é burro ao extremo e por isso não entenderiam o titulo original, mas nessa idéia deturpada do QI da nossa nação, eles só pioram não dando chance de aprendizagem. É como mastigar para o bebe, ou o velho da o peixe em vez da vara. Isso acontece porque para o marketing e suas distribuidoras os filmes são meramente produtos, e como, devem ser totalmente voltado ao lucro. É por isso que o 3 mundo sempre será o 3 mundo, e do 1 sairão as grandes mente. (quando sai algum gênio daqui, da filosofia, musica, cinema, teatro ou qualquer meio propiciador de identidade e cultura) é a exceção que não deixa o país sucumbir no próprio buraco negro cultural.

    OBS quando vejo filmes tento o máximo não guardar o nome em pt, sempre procuro guardar o original, seja ele inglês, francês, coreano, etc.

  4. Realmente. Além de empobrecer, nivelar por baixo, mediocrizar os títulos, “contribui” com emburrecimento do público comum em relação ao cinema, desrespeita-se a vontade do autor (que, afinal, é o sujeito mais interessado em criar o melhor título possível), cria-se o problema de co-criação, repetição de títulos “traduzidos” etc.

    Quando para o título não cabe uma tradução, lasca um subtítulo chiquetoso. Ah, horrível…

    Poxa, pra quê meter o dedão? Respeite o título original! Faça a melhor tradução literal possível!

    Abraços!

    Ah, achei tudo muito escuro aqui no blog. Tive que dar uma clareada no meu monitor pra ler direito!

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