Festival do Rio 2009

Oi oi!

Desculpem só atualizá-los sobre o Festival do Rio agora… levei um Mac pra lá e não conseguia mexer direito no dito cujo, e eu que pretendia fazer uma atualização no blog a cada dia de festival, não consegui. Voltamos na sexta e foi o caos, o tempo fechou e o aeroporto Santos Dumont tb… resultado: 8 horas de atraso, cheguei em casa super tarde e não rolou vir escrever no blog, depois foi final de semana e feriado né??

Mas vamos ao que interessa! Essa foi a primeira viagem pra festival em que fui só eu com o câmera e assistente (Juninho e Tião respectivamente). Não teve a Dani (diretora) ou nenhuma produtora, já que parte do Zoom estava cobrindo a Goiânia Mostra Curtas (que vcs verão nesse sábado, dia 17). Ou seja, tive que produzir algumas coisas por lá tb.

Chegamos na terça, dia 6 de out., no final do festival, que tinha começado no dia 24 de set. Isso significa chegar perdida! hehe Não tinha assistido nenhum filme e não sabia como era o estilo do festival, já que o Zoom nunca foi cobri-lo. Chegamos no hotel, deixamos as bagagens e fomos correndo pro Cine Odeon, na Cinelândia. Tapete vermelho, muitos famosos chegando e eu lá caçando cada um deles. Os filmes da noite eram “Intruso” de Paulo Fontenelle (e antes que haja confusão… não é o mesmo Paulo Fontenelle do “Loki”) e “Flordelis – basta uma palavra pra mudar” de Marco Antonio Ferraz e Anderson Correa.

Entrevistamos o Paulo, a Juliana Knust, Charles Daves e a Ingrid Clemente. Fiquei curiosa pra ver o filme já que eles faziam todo um mistério em torno da história. Acho que consegui ver uns 30 minutos de filme… maior parte dele foi dublado e muito mal! Muuuito… não conseguia entrar na história por causa disso e resolvi sair e jantar, antes de voltar pro tapete vermelho pra falar com o pessoal de Flordelis.

Estava no restaurante do cinema e vi que os flashes pipocavam… corri pra lá pra retomar as entrevistas, mas não consegui falar com muita gente, infelizmente. Falei com os diretores e com a Flordelis (que chegou no cinema com seus 50 filhos), uma movimentação só! Fiquei pra assistir o filme e… mais uma decepção. Resisti até o fim pois queria conhecer a história dela. Uma pena o filme ser tão ruim, pois a história daria uma belo documentário ou até uma ficção, mas o filme não é uma coisa nem outra… se vcs procurarem no google tem algumas críticas em relação ao filme.

Quarta tivemos uma entrevista à tarde com o Marco Ricca, no shopping Gávea, depois da reprise de “Cabeça a Prêmio”. Assisti ao filme e em seguida fomos entrevistá-lo. Esse é o primeiro filme que Marco Ricca dirigiu e eu gostei bastante. Depois da experiência da noite anterior, eu tava com medo do que seria o filme. Pior ainda era eu não gostar e ter que entrevistar o diretor logo em seguida, mas ainda bem… cabeça a prêmio salvou o meu festival! As interpretações são ótimas, um elenco de primeira. Tem uns planos muito interessantes, bonitos. O filme parece ser bem decupadinho, mas durante a entrevista o Marco falou que muita coisa foi inesperada, situações que ele encontrava no momento e aproveitava.

Saímos de lá para o Pavilhão, onde rolavam os debates, seminários, credenciamento e outras coisas mais. Um lugar lindo, enorme… mas chegamos lá e estava vazio, as atividades já tinham acabado. Fomos então ao Odeon, tinha o filme do Tarantino e esperávamos encontrar mais atores e diretores por lá pra entrevistar. A fila pro filme tava bem grande, muito público mas nada de realizadores para entrevistarmos… ficamos uns 40 minutos em frente ao cinema e não conseguimos fazer uma entrevista, ninguém! Fui pro hotel e deixei pra assistir Bastardos Inglórios com meu namorado em São Paulo.

Quinta só iríamos gravar à noite, 19:30 era o horário marcado pra sairmos do hotel rumo à premiação no Odeon. Agora um parêntese… fui pro Rio 4 vezes, contando com essa do festival, posso contar nos dedos os dias de sol que vi por lá! Impressionante, ponho o pé no Rio e o tempo fecha, fica nublado e chove. Sendo assim, dessa vez não foi diferente hehehe. Quarta choveu no fim do dia e quinta choveu o dia inteiro!! Poxa… dia livre no Rio, e chove! O jeito foi ficar estudando pauta e me informando sobre os filmes que estavam concorrendo, já que eu não tinha assistido quase nada.

No Odeon, antes da premiação ficamos no cercadinho reservado à imprensa, não tínhamos acesso livre ao tapete vermelho nesse dia e conseguir fazer as entrevistas com quem passava por lá era um sufoco. Tinha tb uma pauta agendada com um cineasta americano, Robert Feinberg, que tem uma história interessante pra contar sobre o filme dele (vcs verão essa entrevista mais pra frente no Zoom e em português com direito a muito sotaque do Robert). Entrevistei tb o Merten para uma pauta sobre o cinema noir. Caso não conseguisse entrevistar ninguém do festival, pelo menos 2 pautas extras estavam resolvidas, ufa!

Mas consegui falar com algumas pessoas, entre elas a Juliana Paes, que apresentou (e muito bem) a premiação junto com Caco Ciocler. Nesses momentos de entrevistas com “celebridades” rola o que eu chamo de “duelo de microfones”, fico me sentindo numa luta de esgrima, cada um com seu microfone tentando espetar o entrevistado… no caso a “adversária” era a repórter da redeTV! que queria saber sobre a viagem da “Ju” à Disney, qual a nova cor do cabelo dela e coisas do tipo, enquanto eu queria saber sua cena inesquecível do cinema e o que ela acompanhou do festival. Eu tava lá, no meu cantinho estratégico, a Juliana vindo na minha direção e lá vem correndo a tal repórter, grudar do meu lado…  Daria muito bem pra fazer a entrevista cada uma de uma vez, mas não… os repórteres em geral, acho,  gostam de duelar.

Eis que rolou a premiação e logo em seguida consegui entrevistar vários ganhadores, sem precisar entrar em duelo com ninguém… nem acreditei!!

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5 Respostas to “Festival do Rio 2009”

  1. Thali Says:

    Que aventura.
    Flordelis, pelo pouco que sei.
    O que mais pecou foi fato de tramatizarem a história de alguns dos filhos e a própria Flor ler seu depoimento. Mais é aquele tipo de filme que vale apena pela causa parece q a renda vai ser revertida pra fundação dela.
    Deveria separar nessas ocasiões imprensa do seguimento e a de “entretenimento”.
    A cerimonia foi até que agil, o que foi aquele alemão, falando inglês com a Juliana ela tirou de letra. hahahaha
    Pena que não nos vimos, mas não faltará oportunidade.

  2. Thali Says:

    uia, depois q enviei que vi o meu tramatizarem hahaha.
    Corrigindo.Dramatizarem

  3. Tá chegando!!! Tan-tan-tan!!!

  4. patricia Says:

    é muito façil falar de algo que vcs naum conhecem pois quando se fala de algo que pode mudar vidas

  5. Nilo Santos Says:

    sou professor e gostaria de saber como os festivais podem contribuir com o ensino a distancia. Será que deveremos criar uma classe de premios.
    Ensinar é informar , dar recursos para o cidadão ser critico pois a televisão manipula a informação.
    Pelo avanço da cultura e educação no pais.

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